Psicopedagogia

Quando procurar um psicopedagogo?
O psicopedagogo dever ser consultado quando o sujeito apresenta queixa de dificuldade na aprendizagem, seja esse sujeito criança, jovem ou adulto.
Nisto, o psicopedagogo será um facilitador da aprendizagem prazerosa, orientando o educando como estudar, a partir das suas particularidades, sendo estas dificuldades ou distúrbios na aprendizagem.
Avaliação Psicopedagógica
A avaliação psicopedagógica clínica tem como objetivo, entender o processo ensino-aprendizagem, ou seja, como o sujeito aprende e quais são os reais motivos que o levam aos obstáculos e as dificuldades que transcorrem durante este processo.
(Anselmo Ferreira Santos)

Intervenção Psicopedagógica

A intervenção psicopedagógica é um procedimento realizado pelo psicopedagogo com o intuito de melhorar o processo de aprendizagem e promover a autonomia e autoestima dos educandos. A interferência no processo de desenvolvimento acontece após o diagnóstico psicopedagógico.
(Anselmo Ferreira Santos)

Intervenção Psicopedagógica para Terceira Idade

A psicopedagogia voltada aos idosos tem como objetivo auxiliar a compreensão e aceitação das emoções e pensamentos gerados com as dificuldades existentes nos problemas encontrados nesta fase da vida. Assim a psicopedagogia atua na estimulação cognitiva através de atividades em grupo e atendimento individualizado, propiciando qualidade de vida para o sujeito.
(Anselmo Ferreira Santos)

Tratamentos Psicológicos para Casais

Terapia de casal, trata o casal.
Infelizmente procura-se na fase terminal, quando quase ou não há mais diálogos, relacionamentos desgastados, brigas inúteis e explosões inexplicáveis. Pode ou não haver falas de separação, porem o sentimento é de permanecerem juntos por algum ou diversos motivos.
É uma forma de pensar e questionar positivamente o que não se tem com tanta clareza acolhendo de forma segura, priorizando as reflexões pertinentes com auxílio da neutralidade do PSICOLOGO, permitindo ampliar o repertório de estratégias
É para todo mundo, favorecendo pessoas que convivem no mesmo espaço, casados ou não, como namorados, amasiados, amigados, noivos
Normalmente procura-se a terapia quando algo que foge do comum se inicia tais como diferenças no pensamento, que possa causar desconfortos, o que dificulta a concordância.
Esses pensamentos dificultam o início da terapia Eu não preciso ir, eu não sou louco, eu não tenho problemas, para que terapia se tenho amigos.
(Fabiano Souza Silva)

Orientação Profissional, vocacional e de carreira

É a melhor forma de ajudar o jovem a entender os principais determinantes em sua escolha, no processo refletirá sobre si próprio e o ambiente em que está inserido, possibilitando desenvolver o caminho mais adequado para alcançar seus objetivos. Tudo isso através do autoconhecimento e da pesquisa das perspectivas do mercado, que fortalecerá a tomada de decisão e a escolha, apresentando assim um rumo coerente dentre tantas angustias e incertezas que a idade apresenta. (Fábio Roberti Coelho)

Dependência Química e Alcoólica

O que é DQ? Alguns autores afirmam que ainda não é possível responder a essa pergunta devido às diversas teorias (FIGLIE; BORDIN; LARANJEIRA, 2010), outros a definem como distúrbio ou transtorno crônico (SADOCK; SADOCK, 2007), correlacionando às outras doenças incuráveis, porém controláveis e ainda almejando um bom resultado terapêutico, apesar de oscilações constantes.
Segundo Perrenoud e Riberio (2011), durante o século XVII e XVIII o hábito excessivo de beber em sua etiologia era observado conforme o modelo moral, uma violação consciente das normas sociais. Com o aprofundamento de pesquisas na questão do uso de álcool e outras drogas, novos modelos surgiram. Rush e Trotter citados por Perrenoud e Riberio (2011), quebraram muitos estigmas pré-estabelecidos e estabeleceram uma nova visão, de que o alcoolismo se trata de um hábito. Trotter afirmava que se trata de uma doença já para Rush o consumo “começa com uma escolha, torna-se um hábito e depois uma necessidade” (p. 44, grifo do autor). Desta forma o hábito de beber recebe a denominação de alcoolismo, termo que definia o hábito como doença. Enquanto outros termos estão impregnados de estigmas como o termo alcoólatra, utilizado até hoje. Surgiram então modelos contemporâneos de tratamento. Ainda por Perrenoud e Riberio (2011) a partir do avanço da ciência, foi possível detectar que o alcoolismo ou hábito de usar drogas, envolve circuitos cerebrais, dessas descobertas o meio científico classificou o hábito de beber e usar drogas como uso, abuso e dependência considerando que a dependência química envolve uma tríade, a droga, o indivíduo e a sociedade.
É preferível que utilize o termo substância psicoativa, ao invés de droga, pois o termo droga implica em substâncias manufaturadas, enquanto muitas substâncias são encontradas naturalmente, ou tem uma finalidade que não seja o consumo (SADOCK; SADOCK, 2007).
Portanto encontramos algumas nomenclaturas, dependência química (OMS), toxicomanias (SANTIAGO, 2001) e adicção termo utilizado em grupos de mútua ajuda (NARCÓTICOS ANÔNIMOS, 1993).
(Fábio Roberti Coelho)

Codependência

Pesquisa destinada a todos profissionais da psicologia e de outras áreas, visando ampliar a divulgação da efetividade dos resultados até então encontrados.
A Codependência pode ser considerada o adoecimento que pode atingir o físico, o emocional e o psicológico de uma pessoa e da família inteira (BEATTIE, 2013).
A partir de um estudo epidemiológico, realizado a partir de dois levantamentos de 2001 e 2005, observou-se um aumento nos casos de dependência química em mais de 100 cidades que superam 200 mil pessoas. Houve aumento do consumo de álcool de 11,2% para 12.3%, tabaco de 9,0% para 10,1% e de maconha de 1,0% para 1,2% (CARLINI, 2006).
A epidemiologia no período indicado mostra o aumento da dependência química nas principais cidades, tais como São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Belo Horizonte, Vitória, entre outras, o que sugere o aumento dos casos de codependência e, nesse caso, evidencia a importância do desenvolvimento de profissionais especialistas em combater essa doença, com a responsabilidade sociocultural de diminuir essa estatística ou até mesmo erradicá-la. Para solucionar essa problemática as técnicas de intervenção precisam ser rápidas e eficazes.
A Codependência em termos gramaticais sugere a associação a uma dependência. Segundo Zampieri (2004), Beattie (2013), na literatura encontrada, para haver codependência precisa haver dependência química, do jogo, do sexo, de compras, do trabalho entre outras dependências.
Compreende-se que a família ou pessoas próximas podem adoecer por estarem próximos ao portador da dependência (MONTEIRO, 2000).

Critérios para codependência

Na literatura pesquisada foi encontrado um único sistema para diagnóstico da Codependência, o autodiagnostico, que sugere diversos sintomas. Grupos de autoajuda, tais como Nar-Anon, Al-Anon, Amor Exigente e outros fazem com que o autodiagnostico ocorra, podendo ou não haver a indução.
São características comuns de pessoas que têm um portador de dependência em casa: forte estresse composto por ansiedade, pena e culpa, preocupação com os outros, sentimento de cuidados excessivos, raiva e antecipação de ações, ação contrária a própria vontade e perda do autoconhecimento (BEATTIE, 2013).
(Fábio Roberti Coelho)